29.9.16

Hit das Antigas: Voyage, Voyage

Anos 80 feelings!

Canção escrita por Jean-Michel Rivat, gravada pela cantora francesa Desireless, nome artístico de Claudie Fritsch (aqui o site dela, veja como está atualmente), foi seu maior sucesso.

Bora viajar então!




Au dessus des vieux volcans,
Glisse des ailes sous les tapis du vent,
Voyage, voyage,
Eternellement.
De nuages en marécages,
De vent d'Espagne en pluie d'équateur,
Voyage, voyage,
Vole dans les hauteurs
Au dessus des capitales,
Des idées fatales,
Il Regarde l'océan...

Voyage, voyage
Plus loin que la nuit et le jour, (voyage voyage)
Voyage (voyage)
Dans l'espace inouï de l'amour.
Voyage, voyage
Sur l'eau sacrée d'un fleuve indien, (voyage voyage)
Voyage (voyage)
Et jamais ne revient.

Sur le Gange ou l'Amazone,
Chez les blacks, chez les sikhs, 
chez les jaunes,
Voyage, voyage
Dans tout le royaume.
Sur les dunes du Sahara,
Des iles Fidji au Fujiyama,
Voyage, voyage,
Ne t'arrêtes pas.
Au dessus des barbelés,
Des coeurs bombardés,
Il Regarde l'océan.

Voyage, voyage
Plus loin que la nuit et le jour, (voyage voyage)
Voyage (voyage)
Dans l'espace inouï de l'amour.
Voyage, voyage
Sur l'eau sacrée d'un fleuve indien, (voyage voyage)
Voyage (voyage)
Et jamais ne revient.

Au dessus des capitales,
Des idées fatales,
Il Regarde l'océan.

Voyage, voyage
Plus loin que la nuit et le jour, (voyage voyage)
Voyage (voyage)
Dans l'espace inouï de l'amour.
Voyage, voyage
Sur l'eau sacrée d'un fleuve indien, (voyage voyage)
Voyage (voyage)
Et jamais ne revient.

-> Leia tradução da letra para o português no site Vagalume

-> Veja outros hits das Antigas postados aqui no blog

22.9.16

Corrige aí: seguimento

A palavra seguimento até existe, mas como sinônima de continuidade, andamento

Quando for para se referir a setor, não é seguimento, mas segmento, com "g" mudo. Então corrija:



Tá claro? ;)

Veja mais toques gramaticais da seção Corrige aí clicando aqui!

Lembrando que o objetivo desses posts não é ficar apontando erros alheios pra caçoar dos outros e bancar o sabichão (abaixo ao preconceito linguístico!). Até porque, em muitos desses casos, a comunicação se faz compreensível mesmo com as infrações cometidas à norma culta. Porém, como precisamos dominar essa norma nas situações de avaliação educacional e profissional que a sociedade nos impõe, a ideia aqui é contribuir a partir de casos do dia-a-dia, ou seja, erros cotidianos, que estão por aí.

20.9.16

Hit das Antigas: Sapato Velho, Roupa Nova

Dessa banda eu curto váááárias!
Essa bela canção data de 1981, mais velha que eu.




Você lembra, lembra
Daquele tempo
Eu tinha estrelas nos olhos
Um jeito de herói
Era mais forte e veloz
Que qualquer mocinho de cowboy
Você lembra, lembra
Eu costumava andar
Bem mais de mil léguas
Pra poder buscar
Flores de maio azuis
E os seus cabelos enfeitar

Água da fonte

Cansei de beber
Pra não envelhecer

Como quisesse

Roubar da manhã
Um lindo pôr de sol

Hoje, não colho mais

As flores de maio
Nem sou mais veloz
Como os heróis

E talvez eu seja simplesmente

Como um sapato velho
Mais ainda sirvo
Se você quiser
Basta você me calçar
Que eu aqueço o frio
Dos seus pés

14.9.16

Primeiramente e secundamente

Primeiramente...




Em segundo lugar, mas não menos importante, o relato ilustrado de minha participação no mega ato Fora, Temer! de São Paulo no último 4 de setembro, lá no Medium:


Curtiu, odiou, não fedeu nem cheirou? Comenta!

27.8.16

Hit das Antigas: Please Mr. Postman

E bota antigas nisso! Mas pra mim virou uma clássica. Até porque o tema de fundo, o envio de cartas entre pessoas se que gostam, me é deveras caro!

Nascida em 1961, nomeou o álbum de estreia (estrondosa) do grupo feminino estadunidense The Marvelettes. Ouça no vídeo abaixo:



Foi gravada, olhe só, pelo quarteto inglês The Beatles, mais de uma vez, entre 1962 e 63. Uma das gravações, raridade, no vídeo abaixo:



Mais de uma década depois, voltou às paradas de sucesso norte-americanas em 1975, regravada pelo  The Carpenters, dupla formada pelos irmãos estadunidenses Karen e Richard Carpenter.

Essa nova roupagem foi a que conheci primeiro, desde moleque mesmo, porque mamãe tinha uma fita K7 dos Carpenters e essa era a canção que a gente mais gostava de ouvir, até fazia bagunça dançando. Talvez seja por isso que é a versão que prefiro. Veja o clipe abaixo, fofo, na Disneylândia, com Mickey Mouse e companhia limitada a tiracolo:



Abaixo, a letra, fofinha também:

Stop!
Oh yes, wait a minute, Mr Postman
Wait! Wait, Mister Postman

Please Mister Postman look and see
(Oh yeah)
If there's a letter in your bag for me
(Please, please, Mister Postman)
Why's it takin' such a long time
(Oh yeah)
For me to hear from that boy of mine

There must be some word today
From my boyfriend so far away
Please Mister Postman look and see
If there's a letter, a letter for me

I've been standin' here waitin' Mister Postman
So patiently
For just a card or just a letter
Sayin' he's returning' home to me

Please Mister Postman look and see
(Oh yeah)
If there's a letter in your bag for me
(Please, please, Mister Postman)
Why's it takin' such a long time
(Oh yeah)
For me to hear from that boy of mine

So many days you passed me by
See the tears standin' in my eyes
You didn't stop to make me feel better
By leavin' me a card or a letter

Please Mister Postman look and see
(Oh yeah)
If there's a letter in your bag for me
(Please, please, Mister Postman)
Why's it takin' such a long time
(Oh yeah)
For me to hear from that boy of mine

Why don't you check it and see one more time for me
you gotta wait a minute, wait a minute...
Mister Postman
Mister Postman look and see
C'mon deliver the letter, the sooner, the better
Mister Postman

25.8.16

Li e recomendo: O Jornalista mais Premiado do Brasil

O livro e o autor, em um dos seus vários lançamentos

"O Jornalista mais Premiado do Brasil: a vida e as histórias do repórter José Hamilton Ribeiro"

O título completo de mais essa obra do amigo Arnon Gomes já explica o tema. Jornalista escrevendo sobre jornalista, já bastaria isso para eu me interessar. E conhecendo ambos, mais ainda. Zé Hamilton é uma verdadeira escola para todos nós seguidores. Arnon, um profissional talentoso e dedicado, que se esmera no que faz desde as primeiras matérias no jornal Comércio da Franca, quando a profissão em comum nos permitiu um auspicioso reencontro, em 2005, anos e anos após a infância comum em Santos.

O livro de 260 páginas, publicada ano passado em Araçatuba, onde Arnon vive e trabalha há alguns anos, teve lançamentos aqui em SP, bem como Santos, Campinas e terá em Ribeirão Preto. Ainda não consegui comparecer a nenhuma, mas ajudei o amigo no envio da remessa paulistana excedente pra ele e acabei ganhando um exemplar, lido com calma e muito gosto. Falta a dedicatória agora!

Lembrando que um dos livros anteriores de Arnon eu indiquei neste blog, em 2012 (leia aqui). Vida longa ao escritor Arnon, ao mestre Zé e ao bom e verdadeiro jornalismo!

5.7.16

Hits das Antigas: Sambas-enredos sobre a abolição da escravatura

Os samba-enredos das escolas campeãs dos carnavais cariocas de 1988 e 1989 - Vila Isabel e Imperatriz Leopoldinense, respectivamente - versaram sobre o centenário da abolição da escravatura no Brasil (1888). E foram dois primores em letra e música!

Sempre gostei de sambas carnavalescos e esses estão entre meus favoritos! "Kizomba, a Festa da Raça" ganha em beleza e poesia, enquanto que "Liberdade, Liberdade! Abra as asas sobre nós" embala pelo refrão contagiante. O primeiro é de Rodolpho, Jonas e Luis Carlos da Vila, também interpretado por Martinho da Vila. O segundo, da Imperatriz, composto por Niltinho Tristeza, Preto Jóia (intérprete principal), Vicentinho e Jurandir.

Bora cantar e sambar!



KIZOMBA A FESTA DA RAÇA

Valeu Zumbi
O grito forte dos Palmares
Que correu terras, céus e mares
Influenciando a Abolição

Zumbi valeu
Hoje a Vila é Kizomba
É batuque, canto e dança
Jongo e Maracatu

Vem, menininha, pra dançar o Caxambu (bis)

Ô ô nega mina
Anastácia não se deixou escravizar
Ô ô Clementina
O pagode é o partido popular

Sarcedote ergue a taça
Convocando toda a massa
Nesse evento que com graça
Gente de todas as raças
Numa mesma emoção

Esta Kizomba é nossa constituição

Que magia
Reza ageum e Orixá
Tem a força da Cultura
Tem a arte e a bravura
E um bom jogo de cintura
Faz valer seus ideais
E a beleza pura dos seus rituais

Vem a Lua de Luanda
Para iluminar a rua
Nossa sede é nossa sede
De que o Apartheid se destrua





LIBERDADE, LIBERDADE! ABRA AS ASAS SOBRE NÓS

Vem, vem, vem reviver comigo amor
O centenário em poesia
Nesta pátria, mãe querida
O império decadente, muito rico, incoerente
Era fidalguia
Surgem os tamborins, vem emoção
A bateria vem no pique da canção
E a nobreza enfeita o luxo do salão
Vem viver o sonho que sonhei
Ao longe faz-se ouvir
Tem verde e branco por aí
Brilhando na Sapucaí

Da guerra nunca mais
Esqueceremos do patrono, o duque imortal
A imigração floriu de cultura o Brasil
A música encanta e o povo canta assim
Pra Isabel, a heroína
Que assinou a lei divina
Negro, dançou, comemorou o fim da sina
Na noite quinze reluzente
Com a bravura, finalmente
O marechal que proclamou
Foi presidente

Liberdade, liberdade!
Abra as asas sobre nós (bis)
E que a voz da igualdade
Seja sempre a nossa voz

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